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Novo Banco: Jerónimo de Sousa acusa Governo de “encher a barriga ao grande capital”

Novo Banco: Jerónimo de Sousa acusa Governo de “encher a barriga ao grande capital”.

Jerónimo de Sousa acusou o Governo de “encher a barriga ao grande capital”, face à nova injecção de dinheiro no Novo Banco, reafirmando a necessidade de se reverter a privatização. Jerónimo de Sousa acusou hoje o Governo de “encher a barriga ao grande capital”, face à nova injecção de dinheiro no Novo Banco, reafirmando a necessidade de se reverter a privatização.

“Quando os trabalhadores reivindicam o aumento do salário mínimo nacional, quando professores, enfermeiros, forças de segurança, profissionais de justiça procuram conseguir as suas legítimas reivindicações, não há dinheiro. Então, que expliquem como é que há esta facilidade de encontrar mais 1,14 mil milhões de euros para encher a barriga ao grande capital”, questionou o secretário-geral do PCP, que falava num jantar da CDU, no concelho da Marinha Grande.

O povo, vincou, “pode, na sua maioria, não perceber nada de economia, mas pode perceber que algo está errado” no processo do Novo Banco, vincou Jerónimo de Sousa, referindo-se ao anúncio, na sexta-feira, de que este banco ia pedir uma injecção de capital de 1.149 milhões de euros ao Fundo de Resolução.

Durante o seu discurso, o secretário-geral do PCP referiu que o que está a acontecer “é o resultado de um acordo de venda que permite ao fundo americano obter 3,9 mil milhões de euros do Estado português”, reiterando que “só a reversão da privatização do Novo Banco pode impedir a entrega de cerca de 8 mil milhões de euros a um grupo privado do sistema financeiro, que são o resultado da resolução do BES e da venda do Novo Banco à Lone Star”.

Nesse sentido, Jerónimo de Sousa defendeu aquilo que o PCP já tinha afirmado em comunicado, na sexta-feira: “Se o Estado paga o banco, o Estado deve gerir o banco”.

“Insinuam-se dificuldades. Que não há dinheiro para tudo, mas camaradas, parece que só há dificuldades quando se trata de resolver os problemas dos trabalhadores e das populações, porque para a banca e para encher os bolsos do grande capital nunca se levantam problemas. É sempre à escala de milhões e de milhões”, criticou.

Fonte: Sapo24 Notícias

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