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Portugal é o 4.º país da Europa com mais espécies em risco de extinção

Na edição de hoje do jornal “Público”, Cátia Mendonça e Gabriela Gómez advertem que em Portugal “Não pára de aumentar o número de espécies em risco de extinção. A última Lista Vermelha põe a América do Norte e do Sul como os continentes mais ameaçados. Na Europa, Portugal ocupa os lugares de topo pelos piores motivos.”

Um artigo para se ler com atenção e alguma preocupação. Portugal é o quarto país da Europa com mais espécies em risco de extinção.

A Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) divulgou, a 18 de Julho de 2019, que mais de 28 mil espécies estão ameaçadas de extinção, incluindo 40% de anfíbios, 34% de coníferas, 33% de corais de recife, 25% de mamíferos e 14% de aves. Dos 1,7 milhões de espécies já identificadas, a Lista Vermelha avaliou o risco de extinção de quase 105 mil. As espécies ameaçadas estão divididas em três categorias: “vulnerável” (VU), “em perigo” (EN), e “criticamente em perigo” (CR).

Existindo desde 1964, a IUCN tornou-se a fonte de informação mais abrangente de informação do mundo sobre o estado global de conservação de espécies de animais, fungos e plantas. Mede a saúde da biodiversidade mundial, sendo “uma ferramenta importante para informar e promover acções para a conservação da biodiversidade e a mudança de políticas fundamentais para proteger os recursos naturais”. Recolhe dados sobre as ameaças, habitats ou o número de espécimes numa população, ajudando a orientar as decisões de conservação. Em 2020, a Lista Vermelha pretende chegar às 160 mil espécies avaliadas. A perda de habitats, sobrexploração de recursos e alterações climáticas são algumas das ameaças às espécies.

Fonte: Jornal “Público”

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